Arquivo da categoria ‘Grupos’

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3º Favela Agradece

Novembro 19, 2009
flyer 3º favela agradece

3º Favela Agradece - Monte Cristo

Nesse Domingo, 22 de Novembro acontece o 3º Favela Agradece, a partir das 13:00 hs, no conjunto habitacional Panorama, bairro Monte Cristo em Florianópolis – SC.

O evento é gratuito e vai rolar graffiti com Ldrão, Valdi e 3C; e muito RAP com Arma-Zen e Keniano.

Organização

Arma-Zen
Nós por Nós

Agradecimentos especiais a Angela Souza que me enviou o flyer oficial do evento.

Mapa para o Evento

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Projeto Xadrez Sem Muros

Novembro 16, 2009

Acontece em São Paulo nos dias 08 e 22 de Novembro um grande evento em prol da cultura Hip-Hop, com diversas atividades, como partidas de Xadrez, shows de RAP, Grafite, Skate e a Tribuna Livre (microfone aberto).

Se apresentam nesses dias os grupos Inflowents, Galez de Fyah, Xemalami e Clube do Berro.

O local do evento será na Praça Anísio Barbosa, em frente a creche do Jardim Reimberg no Grajaú (ver mapa)

Este evento é uma realização do grupo Xemalami e da VAI; com apoio da comunidade local, Instituto Sou da Paz e Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo.

 

Flyer Projeto Xadrez Sem Muros

Flyer Projeto Xadrez Sem Muros

 

 

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Unidade Racial (URA)

Novembro 8, 2009
Unidade Racial

Unidade Racial - RAP do Distrito Federal

A definição do Unidade Racial (URA) não é muito diferente da dos vários grupos de rap espalhados pelo Brasil que em meio a muitos preconceitos e dificuldades de todas as formas têm na determinação a base para correr atrás dos seus objetivos.

Formado por 4 jovens, Any, Mano Raffa, Padack e Negro Tchela, o grupo, de Samambaia (DF), tem como características mais marcantes uma pegada forte aliada a letras conscientes e com muita humildade, determinação e trabalho tenta conquistar seu espaço no gosto dos amantes do rap nacional.

Para conhecer o trabalho (muito bom por sinal) do Unidade Racial, baixe as 4 músicas de release abaixo. Você pode baixar as músicas separadamente ou todas de uma vez só:

Baixar as 4 Músicas

Lágrimas de uma mãe
Enquanto a Paz não vem
Entrando em Cena
Relato da Periferia

Mais informações sobre o grupo em:

Palco MP3
Youtube

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Conheça o Clube do Berro

Novembro 5, 2009

 

Clube do Berro

Clube do Berro - Grupo independente representando o RAP Nacional

O Clube do Berro surgiu no ano de 2003, diretamente do bairro do Grajaú, na Zona Sul de São Paulo. Formado pelos MC’s Léo Understyle, Fantos Lion, Alp Lírico, Esze, Vacão, Gor-Flow e Nasza, o Clube do Berro vem desenvolvendo um trabalho constante na música RAP e focado na boa música e profissionalismo.

 

Correndo com suas próprias pernas para colocar seu primeiro trabalho nas ruas, entitulado “Mixturado” de 25 faixas, o grupo conseguiu uma boa aceitação, com uma produção independente e única. Seu trabalho teve continuidade através dos shows do grupo e agora eles se preparam para o lançamento do 2º CD de sua carreira, dando sequência ao bom trabalho desempenhado no passado.

Ainda em fase de gravação, as próximas faixas do Clube do Berro prometem agradar àqueles que apreciam uma boa música e, principalmente, o bom e original RAP Nacional.

Confira mais informações sobre o Clube do Berro:

Myspace
Orkut
Blog

DOWNLOAD DO PRIMEIRO CD VIA MEGAUPLOAD

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23/10 – The Scene (Arma-Zen, Douglas Cores e Flora Matos)

Outubro 21, 2009

A festa vai rolar essa sexta dia 23 de Outubro em Floripa. O palco da cena é o Cosmopolita, no centro da capital, que já foi palco das festas “(048)”, bombando o rap na cidade.

Dessa vez as atrações são de arrasar, com a volta de Flora Matos à cidade, acompanhada do grupo local Arma-Zen, representando o rap catarinense. Também com show do Douglas Cores (organizador da (048) e MC) e presença dos DJ’s Tom – SP e Magreen tocando o melhor da Black Music todas as sextas no Cosmopolita.

Clique no Flyer para ampliar:

Flyer da festa "The Scene", com Arma-zen, Douglas Cores e Flora Mattos, Cosmopolita Club 23/10

Flyer da festa "The Scene", com Arma-zen, Douglas Cores e Flora Matos, Cosmopolita Club 23/10, clique para ampliar

Quer entrar na lista para pagar menos? deixe um comentário com nome completo, e-mail e telefone (esse comentário não estará disponível para os outros leitores).

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Download Marcelinho O’Rapper – No Fino da Nova Bossa

Julho 4, 2009

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Capa do CD No Fino da Nova Bossa

Capa do CD No Fino da Nova Bossa

Marcelinho O’Rapper começou em 1997 no rap, desde lá, muitas idéias e ocorridos viraram musicas. O primeiro disco chama-se “Marcelinho O’Rapper – A Verdade em Versos”, agora com “No Fino da Nova Bossa”, Marcelinho se destaca pelas letras inteligentes, melodias marcantes e uma produção independente de alta qualidade, sem contar as participações especiais que dão um boost nesse excelente CD.

Minha favorita é “De Rolé”, por questões de lembranças… foi um som que marcou época pra mim, principalmente por causa da Mixtape Rio 202 – Contos & Batidas. Outra que entra no hall das favoritas é “Amanhã Sem Falta”. O negócio é conferir esse rap de primeira vindo lá dos pampas gaúchos e pra isso o Cena Hip-Hop traz o download do cd completo  pra você experimentar.

Mas se gostou mesmo do som, entre em contato com o Marcelinho pelo Myspace do cara e dá um jeito de comprar o cd, porque esse aí vale a pena guardar na estante.

DOWNLOAD AQUI!

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Download |Track Cheio – Coletânea Independente Vol. 01

Junho 28, 2009

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Fazia um bom tempo que não baixava uma bela produção típica da CWB. Graças a dica do Cabes, entrei no blog TrackCheio pra conferir umas festas em Curitiba. Zanzando pelo site achei também essa excelente coletânea produzida pelo Cabes e Cilho e que está lá pra baixar, completa e gratuita. Além da Coletânea Independente Vol. 01 que você pode pegar aqui embaixo, existem lá alguns outros excelentes trabalhos pra você baixar gratuitamente, então aproveite.

Coletânea Track Cheio Independente Vol. 01

Coletânea Track Cheio Independente Vol. 01

Track List

01. DJ Sonik – Zero Grau (Prod. Cabes)
02. Magú – Andarilho (Prod. Cabes & Cilho)
03. Mentekpta – Satisfazte Cemporcento (Prod. Cilho)
04. Bigue – Irreversível (Prod. Cilho)
05. Cadelis – Perigo (Prod. Cabes)
06. Produto Diverso – Sol (Prod. Cilho)
07. Cabes – Diga Sim (Prod. Cabes)
08. Savave – Saída de Emergência (Prod. Cilho)
09. Nairóbi – Grite ao Infinito (Prod. Cabes)
10. DJ Morenno – Vamo Aí (Prod. Cabes)
11. Cabes – Essa é a jornada ft. Cris Mora (Prod. Cilho)
12. Bigue, Cilho  & Cabes – Por um Impulso (Prod. Cabes)
13. Rapzodo – Agora (Prod. Cilho)
14. Cilho & Cabes – Rua Deserta (Prod. Cilho)
15. Murf – Depois de um Longo Tempo (Prod. Cabes)
16. Toninho ft. Cabes – Desilusão (Prod. Cabes)
17. Bigue, Cilho & Cabes – Track Cheio (Prod. Cabes)
18. Cabes, Cilho & Arcanjo – Reza da Proteção (Blues da Liberdade)

BAIXE AQUI!

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Linha Dura

Junho 24, 2009

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http://www.myspace.com/linhadura

http://www.myspace.com/linhadura

Rapper Cuiabano engajado em movimento social e militante do Movimento Hip-Hop, desde o ano de 1996, Paulo Fagner da Silva Ávila, também conhecido como Linha Dura, traz em sua veia os sons e ritmos da raiz negra, e uma história de muita magia musical que embalou sua infância na cidade de Barão do Melgaço, cidade esta rica na preservação da cultura popular, passando de geração a geração os ritmos e os mitos do Siriri e Cururu.

Para Linha Dura este foi o início de uma grande história musical, pois desde então este ritmo e sons fantásticos e a importância da valorização da cultura popular tem influenciado e muito suas composições. Segundo Linha Dura “o Siriri e o Cururu é mais do que som, é uma manifestação afro-mato grossense”. Ao compor com os sons desta manifestação sempre teve uma grande preocupação “não seqüestrar a cultura”, isto demonstra a grandeza deste Raper que tem se destacado por valorizar a cultura popular por meio do Rap.

As letras de suas músicas são inspiradas em temas relevantes para o movimento Hip Hop, como contextos sócio-político, cultural e educacional, refletindo a realidade das ruas, dos jovens viciados. Todos estes contextos das lutas sociais lhe permitiram buscar inspiração em grandes nomes, como por exemplo, Paulo Freire dentre outros tantos que o tem inspirado. Essa inspiração tem dado outro tom em suas letras e também nos mostra o que o Rapper Linha Dura tem de diferente. Essa diferença fica evidente quando ouvimos a música Pensamento Próprio, quando ele traz à tona a discussão sobre o processo da degradação educacional em nosso país, contextualizado por uma fala de Paulo Freire falando sobre a importância das lutas e das marchas pela causas sociais.

Para saber mais sobre o trabalho dele, só visitar o Myspace do cara, que tem muito mais informação. Esse texto, aliás, foi retirado de lá.

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Sabotage – RAP é o Hino que me Mantem Vivo DOWNLOAD

Junho 20, 2009

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capa do CD RAP é o Hino que me Mantém Vivo - Sabotage

capa do CD RAP é o Hino que me Mantem Vivo - Sabotage

Mauro Mateus dos Santos, Sabotage, pai de 3 filhos nasceu na Zona Sul de São Paulo em 13/04/1973. Sabotage encontrou a saída no rap, depois de ter sido gerente de tráfico, Sabotage entrou na música pois este era seu verdadeiro talento.

Considerado uma lenda na Zona Sul Sabotage inspirou vários rappers como Rossi, Pavilhão 9, além de ter ensinando o titãs Paulo Miklos como ser um digno malandro no filme ‘O invasor’ de Beto Brent, com quem Sabotage escreveu até uma música.

Sabotage fez um disco solo, e participou de vários cds como de Rzo, Sp Funk e outros… Sabotage também participou de dois filmes o já citado ‘O invasor’ e o premiado ‘Carandiru’ além de ter recebido vários premios como Personalidade, Revelação e outros no Hutus, o grande festival de premiação de rap no Brasil. E morreu com 3 tiros pelas costas em 24/01/2003.

– Texto retirado do site “Sabotage”: http://sabotagehp.vilabol.uol.com.br/

Informações do CD

Album: Rap é O Hino Que Me Mantem Vivo
Ano: 2008
Gênero: Rap/Hip Hop Nacional
Descrição 17 Tracks
Tamanho: 94 MB

Track list
1. Rap Nacional 2000°
2. Sabotage Responde 1
3. Cabeça De Negô (Remix)(Versão Clipe)(Part. Instituto)
4. Me Empresta o Microfone (Attack Versus Part. Suave e Sabotage)
5. Sabotage Freestyle
6. Sabotage Responde 2
7. O Livro (Ronnald Rap Part. Sabotage)
8. Marginal Alado (Charlie Brown Jr. Part. Sabotage)
9. O Desabafo (Elementos Da Terra Part. Sabotage)
10. Sabotage Responde 3
11. Quem Vai Buscar Pra Fumar (Ao Vivo)
12. Vamo Fuma! (Eu Dixavo)( Sabotage & Helião)(Ao Vivo)
13. Mun-Rá (Ao Vivo)
14. Sabotage Responde 4
15. O Rap É Compromisso (Part. DJ KL Jay)(Ao Vivo)
16. Na Zona Sul (Instrumental)
17. Sabotage Responde 5

DOWNLOAD AQUI!

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Maconha: Rumo a Legalização?

Junho 16, 2009

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Atualização: Leitura recomendada http://moca-do-sonho.blogspot.com/2009/06/maconha-hora-de-legalizar.html

Um dos temas frequentemente abordados entre usuários e normalmente ignorado entre os “caretas”, a legalização da maconha tem sido bastante discutida em diversos meios. Acredito que vivemos em uma época onde a discussão dos valores sociais se torna cada vez mais importantes, principalmente quando começamos a ver que as medidas tomadas em relação ao consumo de drogas recreativas há 20 anos atrás, surtiram um efeito contrário do esperado.

Bem, acredito que a legalização da cannabis seja tão polêmica porque cria logo uma brecha para que se legalizem todas as drogas, já que o argumento de liberdade serve para todos. No entanto, é preciso repensar um pouco certos conceitos, até mesmo sobre a maconha, para que possamos ter a liberdade sem causar um grande impacto social.

Drogas já legalizadas

O mais incrível quando se toca nesse assunto, é que eu paro para pensar como somos sujeitos a dezenas de outras drogas que muitas vezes nos fazem mal, tanto quanto ou mais que, as drogas ilegais.

Claro, não vamos comparar aqui os efeitos do crack em relação a um anti-gripal, mas a questão é que as mesmas pessoas que criticam o uso da cannabis, muitas vezes são viciadas em anti-depressivos, remédios para emagrecer, vitaminas e muitas outras substâncias que usadas incorretamente podem levar até à morte.

Vou me ater a citar aqui as duas mais comuns, que se vê todos os dias: cigarro e bebida. O consumo do álcool no Brasil já é considerado cultural, afinal de contas todo mundo gosta de uma cervejinha depois do trabalho. A verdade é que a bebida é uma droga letal, socialmente perigosa (alguém aí falou “briga de bar”?) e potencialmente danosa para a vida familiar, porém, é legalizada.

Enquanto a maconha também possui algumas dessas características também, segundo a Organização Mundial da Saúde, ela é menos perigosa (relevando fatores sociais, de saúde e familiares), do que o álcool. Os efeitos psicotrópicos de um baseado são muito menos extremos do que um porre.

Então por que ainda existe tanto preconceito quanto ao uso da cannabis? Por que as pessoas que nos proíbem de usa-la muitas vezes são usuários de outras substâncias muito mais nocivas? Aposto que o cara que assinou a lei o fez bebendo um uísque e fumando um cigarro, então até onde vai a hipocrisia do brasileiro?

Conscientização

O fator mais importante em um processo de legalização é o ato de conscientizar a população sobre seu uso. Mesmo aqueles que amam a maconha, é preciso saber que o uso exagerado de QUALQUER substância faz mal a longo prazo. Já foi comprovado que o baseadinho pode causar câncer tanto quanto cigarro, e todo mundo que usa sabe dos problemas de memória que ela causa. Todos os efeitos da cannabis deveriam ser estudados com mais seriedade, a população deveria estar consciente do que acontece ao utilizar determinadas substâncias, pois o desconhecimento é que leva a experimentação.

Se queremos um país legalizado, temos que ter uma país consciente também, onde as pessoas saibam dos males causados pelas substâncias que usam, para assim poderem utilizá-las de forma adequada e sem tantos riscos para a saúde.

Sociedade

Estar em uma sociedade “legalize” não quer dizer que agora todo mundo pode sair na rua fumando um baseadão e pronto. Temos que ter a consciência de que existem locais mais propícios para tal, como dentro de casa e, hipotéticamente, clubes, cafés e estabelecimentos específicos para tal, com estrutura para que a pessoa possa consumir sem correr riscos e também sem incomodar aqueles que não fazem parte disso.

Até por haver muito preconceito em relação ao uso da maconha e também por questões de influência social, se fizermos mal uso de uma liberdade dessas, ela não servirá de nada. Outra coisa importante é ensinar a juventude sobre as drogas, seus efeitos e suas consequências, pois como um garoto de 14 anos vai negar algo que ele não conhece? A curiosidade na adolescência leva a diversos vícios, como bebida, cigarro, maconha, cocaína e por aí vai… Se o jovem estiver consciente do que pode acontecer com ele, estará muito menos propício a cair nessas armadilhas.

Comércio e Tráfico

Uma das maiores preocupações das autoridades sobre o uso de drogas psicoativas é justamente o tráfico, que além de prejudicar a sociedade como um todo, acaba prejudicando o próprio usuário e traficante. Afinal de contas, ao vender cannabis, ele se torna um criminoso, enquanto montar um bar não lhe trará nenhum incomodo com a lei. Com a legalização haveria ainda um comércio paralelo, acredito, porém em escalas muito mais controláveis.

O Brasil apresenta o clima ideal para o cultivo da cannabis e diversos outros produtos podem ser extraídos da planta, não apenas o fumo. A fibra da cannabis sativa é a fibra mais resistente da natureza, ideal para a confecção de roupas, cordas, sapatos e já existem até bancos de carro feitos do material. A Adidas é uma das marcas que investiu forte nesse mercado, lançando toda uma linha de produtos feitos com a fibra de cannabis. Fora isso, o consumo legalizado traria consigo também taxas e impostos que poderiam ser usados nas áreas da saúde e educação por exemplo, além de gerar novos mercados, o que vai gerar novos empregos e novas fontes de renda. Parte do dinheiro das vendas poderia ser utilizado até mesmo para as campanhas de conscientização do uso ou na recuperação de dependentes de drogas mais fortes como o crack e a cocaína, tirando um certo peso das costas dos cofres públicos.

Concluindo

Minha opinião é de que o processo de legalização da maconha seria muito benéfico, mas é um processo e deve ser levado com seriedade e compromisso social, para que essa liberdade seja utilizada da melhor forma possível. Isso levará tempo, mas acredito que acontecerá mais cedo ou mais tarde.

Bem, resolvi escrever esse artigo inspirado por uma notícia publicada na Comunidade Movimento C.O.N.E. do grupo ConeCrew. Recomendo a leitura e participação. E não esqueça de deixar sua opinião aqui também, seja você pró ou contra legalização, queremos ouvir as sugestões de todos. A discussão desse tipo de tema é essencial para que se possa chegar na melhor solução.

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